OUTROS FENÔMENOS MÍSTICOS QUE ACONTECERAM COMIGO

FOTO/ REPRODUÇÃO GOOGLE
Dias atrás postei um texto chamado Experiências SobrenaturaisPelas Quais Passei: onde relatei alguns fatos esotéricos que aconteceram com a minha pessoa. Porém, no texto citado acima, não contei sobre todas as experiências misteriosas que tive, apenas citei as mais relevantes. Mas abaixo falo sobre outros fenômenos estranhos que ocorreram comigo:

O Espírito da Minha Gata de Estimação:

Eu sempre quis ter bicho de estimação. Mas minha mãe nunca permitiu.
Em 2008 resolvi rezar na igreja de Santo Antônio, no dia 13 de junho, para conseguir um animal de estimação com a autorização da minha mãe. Porém uma senhora escutou minha prece e disse:
- Santo Antônio é para arrumar marido! Se você quer um bicho de estimação, aconselho a pedir para São Francisco, que é o padroeiro dos animais.
Então acatei a sugestão.
Meses depois, um filhote de gata apareceu no meu quintal. No começo tentei esconder o fato da minha mãe e alimentar o bicho às escondidas. Mas ela descobriu e aos poucos aceitou o animal.
Batizei a gata de Capitu porque ela tinha olhos de ressaca igual à personagem do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis.
Em 2017 a gata foi atropelada e faleceu.
Porém, à noite, eu passei a escutar passos de felino na minha casa. Às vezes, chegava a sentir a gata entrando debaixo da minha coberta. Em algumas tardes eu via vultos da gata no corredor. Numas madrugadas, quando eu levantava para tomar água, olhava para a poltrona da sala e via a imagem da felina. Mas quando acendia a luz não tinha nada lá.
Três meses após a morte de Capitu, o meu tio, Orley, veio visitar minha família. De repente ele apontou para o quintal e exclamou:
- Olhe a gata de vocês ali!
Minha mãe explicou:
- Nossa gata já morreu.
Até hoje, às vezes, sinto a presença de Capitu na minha casa.

O Anjo Escuro Mandado pelo Don Juan:

No anos 90, quando eu estava no curso de Letras da UFPR, havia um homem sem vergonha que assediava as meninas. Um dia ele tentou dar em cima de mim mentindo que desejava namorar sério. Mas como sei identificar qualquer papo de cafajeste, não dei bola.
Algum tempo depois sonhei que estava num castelo negro. Deste jeito, um anjo escuro apareceu:
- Você precisa se casar com seu colega de faculdade, senão será muito infeliz.
Assim ele mostrou a imagem do cafajeste do curso.
Após isto, pegou na minha mão.
No mesmo momento abri os olhos. Porém, continuei sentindo a mão do anjo. Desta maneira, eu gritei. Então a criatura largou a minha mão. Mas eu ouvi batidas de asas saindo em direção à janela do meu quarto.

O Feitiço do Poeta Invejoso:

Em 2004, eu frequentava um grupo de poetas real num local público. Lá eu aproveitava para apresentar meus repentes. Mas naquele local tinha um idoso que não gostava de mim.
Num dia de outono, ele resolveu me difamar. Assim mandou meus poemas sensuais para a coordenadora do grupo e mentiu que eu era garota de programa, profissão que nunca exerci. Deste jeito, fui expulsa.
Depois recebi um trote telefônico que falou:
- O invejoso está fazendo feitiço contra você.
No começo, não acreditei.
Porém, em abril de 2004, achei um sapo com a boca costurada no jardim da minha antiga casa, no Conjunto Jardim Centauro, em Curitiba.
O interessante é que depois, deste acontecimento, emagreci cinco quilos gradativamente. No entanto, não me preocupei porque antes eu me encontrava obesa.
Dias após isto, encontrei um coração de boi com agulhas espetadas. Depois pesquisei sobre o assunto e descobri que isto é uma magia para fazer a vítima ter AVC. Minha sorte é que tenho pressão baixa.

A Árvore das Calças:

Um dia, minha amiga disse para mim:
- Estou precisando de calças. Mas não posso comprar agora, porque tenho que pagar várias dívidas.
Assim eu disse:
- Farei a oração da árvore das roupas que é uma cantiga que minha avó me ensinou:
- Espírito que veste o santo, faça nascer uma árvore de roupas no quintal de ...
Quinze dias depois, a árvore do quintal da minha colega apareceu com quatro calças usadas penduradas nos galhos da mesma árvore. O curioso é que as roupas eram, exatamente, do número dela. Assim sua vizinha lhe deu o seguinte recado:
- Uma velhinha, com carrinho de papel, recebeu uma doação em roupas e jogou todas algumas o seu quintal.
Minha amiga lavou as calças, provou e ficou contente.


Meu nome é Luciana do Rocio Mallon, autora do livro “LendasCuritibanas”, e estes foram alguns fenômenos esotéricos que aconteceram comigo.


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