DIREITA E ESQUERDA: A TENSÃO QUE ANTECEDE AS ELEIÇÕES NO PAÍS EM 2018

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O clima parece ser de tensão em todo o país. O ano eleitoral começou comumente bem com a morte da vereadora Marielle Franco (do PSOL), em seguida a prisão do ex-presidente Lula, ou Luís Inácio Lula da Silva, e daí a copa para esquecermos os momentos decisivos que rondam o ano de 2018. Bom, o Brasil perdeu a copa, então voltamos à programação normal: de um lado à direita (ou extrema-direita) e do outro a esquerda (ou extrema-esquerda), ambos buscando aquilo, ou aqueles candidatos, que seria melhor para o Brasil, que representaria melhor seus valores e sua moral durante os quatro anos de vigência da candidatura.

De acordo com o documento “Democracia Normal e Patológica 1”, do autor Olavo de Carvalho, publicado no dia 5 de outubro de 2011 no Diário do Comércio, “a ‘esquerda’, que favorece o controle estatal da economia e a interferência ativa do governo em todos os setores da vida social, colocando o ideal igualitário acima de outras considerações de ordem moral, cultural, patriótica ou religiosa. De outro, a ‘direita’, que favorece a liberdade de mercado, defende os direitos individuais e os poderes sociais intermediários contra a intervenção do Estado e coloca o patriotismo e os valores religiosos e culturais tradicionais acima de quaisquer projetos de reforma da sociedade.”. Você se identifica com algum dos lados?

Com toda certeza, o caro leitor deve se “engajar” em alguma dessas descrições. Se não acima, deve estar indeciso, sem saber a qual lado confiar e em quais ideias “aceitar”. No entanto, pergunto-lhe: será que é preciso seguir um lado? Será que a política brasileira está tão nessa de esquerda ou direita?
Um momento tão decisivo colocado em nossas mãos, uma responsabilidade nos dada a cada quatro anos. Qual partido seria melhor? O da esquerda ou o da direita? O fascista ou o comunista? Etc etc... Tantos lados e nenhum resultado.

É notório que ao entrarmos nas redes sociais, a exemplo do facebook, instagram, twitter, e vermos a quantidade de opiniões e debates (não levando em conta a falta de educação entre ambas as partes) sobre qual lado venceria a disputa ou qual lado estaria certo ou errado, fiquemos um tanto quanto confusos. Parece que ambas as partes perderam a audição e encontram-se incapazes de ouvir e respeitar que nem todo mundo pensa igual. E que mesmo, ainda que, tenham algum ponto em que concordem isso não quer dizer que pertençam ao mesmo lado na “jogada”.

E não só os futuros eleitores como também o futuro eleitorado parece ter entrado em guerra. Afinal, pela disputa a linha de chegada vale tudo. Certo?

Dizem que quem não concordar com a direita e a esquerda é o mesmo que ficar em cima do muro. Mas, e se o momento for propício à reflexão? Se não quiser estar em nenhum dos grupos? Se não quiser fazer parte de nada que se reflita na esquerda e na direita brasileira? Estarei eu errada? Ótimo momento para se pensar a respeito. Ninguém é obrigado (senão aquilo que está dentro da lei) de levantar a bandeira de algum grupo.

Por fim, diante de tantos acontecidos, como por exemplo, o prédio que pegou fogo em São Paulo, ou o youtuber Cociello que fez uma piada preconceituosa (como foi tão colocado), ou o jogador de futebol que foi xingado publicamente em seu twitter, após fazer um gol contra no último jogo do Brasil, devemos refletir questões de educação. E olhe que a direita e a esquerda estão mestres em perderem o decoro.

E então, você está de qual lado?

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