MUSICALIZANDO: PÉ NO ROCK 1

THE SPUTNIK FOTO/ REPRODUÇÃO FATOS DESCONHECIDOS 
EU TÔ MUITO PUTO! Já é a milésima vez que eu tento escrever isso. Lá vamos nós de novo para a milésima primeira. Quero deixar registrado, minha frustração sobre meu COMPUTADOR: ELE É UM PÉ NO SACO!

Você já percebeu que no nosso Rock temos um cara que nasceu há 10 mil anos atrás, o outro assiste teatro de vampiro, tem também o que só tem energia para gastar beijando na boca da mina dele (quem me dera), tem gente no Rock precisando de sol porque na vida dele só chove, temos o cara que foi influenciado só pelos “Nóia” - os seus heróis morreram todos de overdose - e tem também o  bêbado o mais bêbado do Rock Nacional que em um belo dia acordou e sua mulher roubou seu caminhão. Chorão era o senhor do tempo, chorão sempre está na atividade, o que dizia cazuza: O tempo não para. Só não vê quem acredita na Globo #GLOBOLIXO.

Seus Heróis se foram de overdose, Cazuza diferente deles se foi pela AIDS assim como Renato que era Brasileiro, mas também era Russo. Rock + amor + sexo + drogas = Cazuza. Ele era um poeta diferenciado. Blefava com a vida, ganhava da morte vivendo. Sua trajetória foi curta, porém marcante.

Cantou no Barão vermelho, onde se iniciou seu reinado na música brasileira. Sempre falando de amor, política e suas vivências. Cazuza era simplesmente do mundo e o mundo era de Cazuza. No ano de 1985, final da ditadura e ano eleitoral Cazuza cantou “PRO DIA NASCER FELIZ” no primeiro Rock'n Rio. A música era o grito de esperança da geração Coca-Cola e virou o hino brasileiro naquela noite tão especial e inesquecível até hoje. Cazuza conseguiu falar de sentimentos, emoções e a revolta de uma geração. Cazuza era poesia em pessoa e pessoa em poesia.

FOTO/ REPRODUÇÃO RÁDIO RETRÔ
O tempo não para, mas ele leva nossos heróis, quantos morreram de overdose? Cazuza não se foi pelas drogas, mas se foi pela AIDS. Em 1987, dois anos depois do descobrimento da doença ele veio a público falar sobre. Sua estadia na terra chegou no fim do ano de 1990, mas Cazuza nunca será esquecido. Meus amigos Pedro de todo o Brasil quero dizer que, ela partiu, mas é tempo perdido ir procura-la. Sabem por quê? Porque o Papa é Pop e assim como o senhor do tempo estamos ai na atividade.

Desde 1990 o Youtube e o Rock vêm fazendo História no Brasil. Embarque nessa viagem comigo e me conte o que você quer ser quando você crescer? Ah! Antes me deixa explicar GALINHA PRETA É UMA BANDA DE PUNK - NÃO SOU MACUMBEIRO (ou talvez eu seja, fica ai o mistério). Enfim, o Rock nacional “começou”, por incrível que pareça, pela voz de uma cantora de Samba: Nora Ney em 1955. Era mais ou menos assim: DEIXA VIDA ME LEVA AAAAAAAH VIDA LEVA EUUUUUUUUUUUUUU CAPETAAAAAAAAAAAAAA. Nora Ney gravou “Around the Clock” de Bill Haley e His Comets, trilha Sonora da versão brasileira do filme Semente da violência. Depois desse acontecido essa mina ai, Nora Ney, nunca mais gravou nada do gênero, a não ser a irônica canção “Cansei do Rock”, em 1961. Rôô mais conhecido como (Roberto Carlos), Tim (Tim Maia) e Jôô Bem (Jorge bem) - é que eu sou intimo né? - foram influenciados pelo Rock And Rol de Lirl Richard. Tim, Rôô e outras duas pessoas formaram os The Sputniks.

Mas, como nada é para sempre o Sputniks acabou. Tim descobriu que Rôô ia se apresentar como o Elvis  brasileiro no Club Rock de Carlos Imperial. Tim, REVOLTADA e INVEJOSA, convenceu Carlos Imperial a se apresentar sozinho como Litler Richard brasileiro. Erasminho  integrou o The Sinks, antigo Ther Sputniks, já que Rôô e Tim saíram. Parecia o fim do rock and roll: o Clube do Rock era cancelado nos Estados Unidos; Chuck Berry era preso por abuso de menor; Jerry Lee Lewis se casava com uma prima menor de idade; Little Richard resolvia abandonar o rock e se tornar pastor evangélico; e Buddy Holly, Ritchie Valens e The Big Bopper morriam em um acidente de avião. Logo, os jovens seriam influenciados pela bossa nova e pela chatice de voz e violão de João Gilberto.


Um comentário:

  1. Que texto incrível e delicioso de ler Kaio. Voltei na história de forma nostálgica. Realmente o Brasil tinha grandes ídolos!
    Bom final de semana!

    Jovem Jornalista
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    Até mais, Emerson Garcia

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